Embora a silly season não convide a reflexões sérias, o destaque que se tem dado por estes dias à Presidência Portuguesa da UE, levou-me a pensar s/ as eventuais contingências que poderiam ensombrar o sucesso desta missão e, logo a seguir à ideia do terrorismo, ocorreu-me a da revolução que está para vir no mercado de trabalho dos portugueses e que irá certamente provocar grandes ondas de choque ...
Longe vão os tempos em que a estabilidade do crescimento económico permitia assegurar, durante muito tempo,não só a criação de riqueza como a segurança no mercado de trabalho. Com a globalização veio a consciência da precaridade do emprego e os sindicatos cerraram fileiras na luta por legislações laborais que protejam os trabalhadores da insegurança, criando-se uma situação considerada de extrema rigidez do mercado laboral, altamente penalizante da competitividade das empresas e da criação de novos postos de trabalho. Daí a necessidade incontestada de se proceder a uma revisão do Código do Trabalho.
Nesse sentido conhecem-se agora as propostas do relatório preliminar do "Livro Branco das Relações Laborais", que apontam no sentido da adopção de medidas do tipo das que regulam essas relações nos países nordicos, reduzindo drásticamente os direitos conquistados pelos trabalhadores nas últimas décadas (possibilidade. de redução de remunerações, limitação do nº de dias de férias, adaptação dos horários de trabalho de modo a suprimir as horas extraordinárias, maior flexibilidade de despedimentos individuais, nomeadamente por inaptidão).
A dureza das propostas apresentadas pode conduzir à perda do modelo social que tradicionalmente tem vigorado se, apar da maior flexibilidade dos contratos de trabalho, não se estabelecerem programas eficazes de formação continua e de aprendizagem, para além de esquemas de protecção social necessárias à cobertura de situações mais difíceis
Thursday, July 5, 2007
Thursday, June 21, 2007
Wednesday, June 20, 2007
Monday, June 4, 2007
Psicólogo Daniel Gilbert/ Ensaio s/ a Felicidade
O autor considera a felicidade um estado emocional subjectivo e acha que não temos muito jeito para prever o bem estar emocional, porque quase sempre sobre-estimamos esse sentimento, quer no sentido da felicidade quer no de ficarmos devastados por qualquer acontecimento. Mesmo que nos sintamos muito felizes ou infelizes como tinhamos previsto,acontece que esse sentimento não dura o tempo que tinhamos pensado, o que significa que esses estados não são muito duradouros.
Em relação ao binómio dinheiro/felicidade, frisa a utilidade marginal decrescente, o que significa que para as pessoas que têm muito pouco dinheiro, ele faz uma grnde diferença, mas a partir de termos uma quantidade raso´vel de dinheiro, a diferença não é significativa. O dinheiro é importante para as pessoas que vivem na pobreza, mas não faz diferença para os que vivem na classe média.
Considera tb. falsa a crença de que os filhos tornam os pais mais felizes e que as mulheres não são mais felizes quando estão a tomar conta dos folhos do que a ver tv. Aceita que as crianças nos fazem mais felizes, mas não fazem aumentar a n/ felicidade quotidiana média. Existe uma grande diferença entre viver a vida e pensar na vida. Qd pensamos na vida os filhos são a maior fonte de felicidade, mas qd estamos a viver a vida os filhos não nos tornam mais felizes. Concliu que os filhos têm um pequeno efeito s/ o n/ nivel de felicidade, e esse efeito é ligeiramente negativo ( o que surpreende as pessoas)
Não há grandes diferenças entre homens e mulheres e entre jovens e velhos, mas as pessoas são muito mais felizes qd são mais velhas, (o que contraria o mito da felicidade da juventude ). O que é verdadeiramente importante para a felicidade é o nº de amigos e a qualidade dsa relações de família. É mais importante do que ter saúde em termos de felicidade.
A religião tb. surge como um indicador de felicidade e o mesmo acontece c/ o casamento
Em relação ao binómio dinheiro/felicidade, frisa a utilidade marginal decrescente, o que significa que para as pessoas que têm muito pouco dinheiro, ele faz uma grnde diferença, mas a partir de termos uma quantidade raso´vel de dinheiro, a diferença não é significativa. O dinheiro é importante para as pessoas que vivem na pobreza, mas não faz diferença para os que vivem na classe média.
Considera tb. falsa a crença de que os filhos tornam os pais mais felizes e que as mulheres não são mais felizes quando estão a tomar conta dos folhos do que a ver tv. Aceita que as crianças nos fazem mais felizes, mas não fazem aumentar a n/ felicidade quotidiana média. Existe uma grande diferença entre viver a vida e pensar na vida. Qd pensamos na vida os filhos são a maior fonte de felicidade, mas qd estamos a viver a vida os filhos não nos tornam mais felizes. Concliu que os filhos têm um pequeno efeito s/ o n/ nivel de felicidade, e esse efeito é ligeiramente negativo ( o que surpreende as pessoas)
Não há grandes diferenças entre homens e mulheres e entre jovens e velhos, mas as pessoas são muito mais felizes qd são mais velhas, (o que contraria o mito da felicidade da juventude ). O que é verdadeiramente importante para a felicidade é o nº de amigos e a qualidade dsa relações de família. É mais importante do que ter saúde em termos de felicidade.
A religião tb. surge como um indicador de felicidade e o mesmo acontece c/ o casamento
Monday, May 28, 2007
Novo ensaio de publicação
Poema de Fernando Pessoa
Sol nulo dos dias vãos,
cheios de lida e de calma,
aquece ao menos as mãos
a quem não entras na alma!
Que ao menos a mão, roçando
a mão que por ela passe,
com extremo calor brando
o frio da alma disfarce!
Senhor, já que a dor é nossa
e a fraqueza que ela tem,
dá-nos ao menos a força
de não a mostrar a ninguém
Sol nulo dos dias vãos,
cheios de lida e de calma,
aquece ao menos as mãos
a quem não entras na alma!
Que ao menos a mão, roçando
a mão que por ela passe,
com extremo calor brando
o frio da alma disfarce!
Senhor, já que a dor é nossa
e a fraqueza que ela tem,
dá-nos ao menos a força
de não a mostrar a ninguém
Thursday, May 24, 2007
Aula teórico-prática
RTP, noticiário das 13 horas: uma pequena peça sobre o processo do professor do Porto que disse uma frase jocosa sobre José Sócrates e foi punido pela zelosa DREN, uma conhecida militante do PS do Porto. A peça estava escrita numa linguagem um pouco confusa e usava um vocabulário bizarro, sempre á volta de um inuendo: o que o professor disse terá sido mais grave do que o que se diz que ele disse. O inuendo é sugestivo, a linguagem rebuscada da peça pode ser apenas incompetência. O que não é incompetência é a frase com que se termina e que aqui reproduzo ipsis verbis: "o professor não quer falar sobre o assunto porque provavelmente já falou demais." Interessante "jornalismo"...
(este texto foi retirado do blog Abrupto, e foi usado como teste de colagem no blog, Não se trata de plágio)
(este texto foi retirado do blog Abrupto, e foi usado como teste de colagem no blog, Não se trata de plágio)
Monday, May 21, 2007
Saturday, May 19, 2007
ensaio1. cont.
O teste resultou e por isso convem registar o que se fez:
-Na área de escrita ir ao ícone do quadro c/ imagem e clicar
-na janela que aparece a seguir clicar no browse e escolher a imagem; seleccioná-la e marcar abrir
-fazer "upload"
na janela que abre a seguir; esperar que carregue e, quando acabar de carregar fazer clic na palavra "done"
-Fazer clic na palavra "publicar"
-Na área de escrita ir ao ícone do quadro c/ imagem e clicar
-na janela que aparece a seguir clicar no browse e escolher a imagem; seleccioná-la e marcar abrir
-fazer "upload"
na janela que abre a seguir; esperar que carregue e, quando acabar de carregar fazer clic na palavra "done"
-Fazer clic na palavra "publicar"
Thursday, May 17, 2007
Friday, May 11, 2007
Hoje lembrei-me de um poema que me foi dado por uma amiga, de que gostei muito,( julgo que o autor é Guerra Junqueiro), e que me apetece reproduzir porque me lembra o tempo da infância. É assim:
Quando o luar bate na relva
Não sei que coisas me lembra
Lembra-me a minha velha ama
Contando-me contos de fadas
E de como Nossa Senhora
Andava pelas estradas
Socorrendo crianças maltratadas
Se eu já não posso crer que isto é verdade
Para que bate o luar na relva?
Quando o luar bate na relva
Não sei que coisas me lembra
Lembra-me a minha velha ama
Contando-me contos de fadas
E de como Nossa Senhora
Andava pelas estradas
Socorrendo crianças maltratadas
Se eu já não posso crer que isto é verdade
Para que bate o luar na relva?
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