O autor considera a felicidade um estado emocional subjectivo e acha que não temos muito jeito para prever o bem estar emocional, porque quase sempre sobre-estimamos esse sentimento, quer no sentido da felicidade quer no de ficarmos devastados por qualquer acontecimento. Mesmo que nos sintamos muito felizes ou infelizes como tinhamos previsto,acontece que esse sentimento não dura o tempo que tinhamos pensado, o que significa que esses estados não são muito duradouros.
Em relação ao binómio dinheiro/felicidade, frisa a utilidade marginal decrescente, o que significa que para as pessoas que têm muito pouco dinheiro, ele faz uma grnde diferença, mas a partir de termos uma quantidade raso´vel de dinheiro, a diferença não é significativa. O dinheiro é importante para as pessoas que vivem na pobreza, mas não faz diferença para os que vivem na classe média.
Considera tb. falsa a crença de que os filhos tornam os pais mais felizes e que as mulheres não são mais felizes quando estão a tomar conta dos folhos do que a ver tv. Aceita que as crianças nos fazem mais felizes, mas não fazem aumentar a n/ felicidade quotidiana média. Existe uma grande diferença entre viver a vida e pensar na vida. Qd pensamos na vida os filhos são a maior fonte de felicidade, mas qd estamos a viver a vida os filhos não nos tornam mais felizes. Concliu que os filhos têm um pequeno efeito s/ o n/ nivel de felicidade, e esse efeito é ligeiramente negativo ( o que surpreende as pessoas)
Não há grandes diferenças entre homens e mulheres e entre jovens e velhos, mas as pessoas são muito mais felizes qd são mais velhas, (o que contraria o mito da felicidade da juventude ). O que é verdadeiramente importante para a felicidade é o nº de amigos e a qualidade dsa relações de família. É mais importante do que ter saúde em termos de felicidade.
A religião tb. surge como um indicador de felicidade e o mesmo acontece c/ o casamento
Monday, June 4, 2007
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
1 comment:
Post a Comment